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Mais um Ceilandense que faz história: Paula Pequeno
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Mais uma ceilandense de brilho: Paula Pequeno
Enquanto o futebol não consegue nos trazer alegria, é sempre necessário reverenciar aqueles que são capazes de fazê-lo.
Nas olimpÃadas, não deu para Marilson, outros dos orgulhos Ceilandenses. De qualquer forma, todos os Ceilandenses se orgulham de Keitleyn Quadros e agora com Paula Pequeno, medalha de ouro no volei feminino.
Paula [...]
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Opinião
O Ceilândia passa por momentos de enormes incertezas. Incertezas com relação ao presente. Incertezas com relação ao futuro. Uma incerteza ligada à outra.
Fazer futebol no DF é muito difÃcil. Não há recursos, não há divulgação, não há uma polÃtica de incentivo. Nesse contexto chega ser difÃcil acreditar que alguns se aventurem a fazer futebol no DF. Para se ter um exemplo, o CEC, com folha mensal superior a 40mil, não contava com qualquer patrocÃnio. Todo o custo bancado pelos poucos abnegados e há quem diga que se não fosse pela venda do terreno do clube talvez o CEC não disputasse a competição. IncrÃvel como que alguém consiga manter um time sem receitas. Dentre os clubes do DF quem tem uma receita mÃnima garantida há somente o Gama, com o aluguel do terreno para um Serviço Social. Os outros times não têm receita, nem têm de onde tirar (isso não se aplica ao Brasiliense porque se cuida de time de empresário que bancaria, individualmente ou por meio de suas empresas, as despesas do time.O presente é difÃcil.
O futuro pode até parecer promissor, embora o coração aperte com a possibilidade de que isso não ocorra.
A venda do terreno ainda não trouxe frutos diretos para o clube. A informação que se tem é que dÃvidas antigas foram pagas. Numa delas, Cesar Maluco, uma das invenções do ex-presidente Antonio Cardoso, levou 700mil, cash, do CEC. O restante do dinheiro, dizem, somente virá quando houver mudança de destinação da área. Em tempos de PDOT e em terras de Distritais tudo é possÃvel. Ceilândia, a cidade, contudo, continua sem um teatro, um cinema, um parque vivencial de verdade, um shopping, um ginásio de esporte, um estádio... e, agora, de um clube comunitário(sobram SESC e SESI que não são, pode-se dizer, comunitários). Vida longa ao CEC! Até quando? Não se sabe.
Email ceilandiaec.com.br
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08.09.1985 a(os) 15:30
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